Para o estudo do Antigo Egito, a cidade não tem importância quase nenhuma, pois a cidade nem mesmo existia na época do Império Egípcio – foi fundada no final desta história, em 116 a.C. A capital, então, era Mênfis, poucos quilômetros ao sul.
Entretanto, a cidade abriga o Museu Egípcio, parada obrigatória para quem deseja ver, no Egito dos dias de hoje, o que foi o Antigo Egito, pois o museu abriga, entre outros objetos, a máscara mortuária dourada de Tutancâmon, múmias, uma réplica da Pedra de Roseta (pedra que permitiu a tradução dos hieróglifos) etc.
Além disto, as grandes pirâmides estão em Gizé, na periferia do Cairo. Fugir da movimentada e caótica Cairo será quase impossível para o turista, portanto – o que é uma grande vantagem, pois é uma cidade que merece ser conhecida, se quisermos saber não apenas como viviam os antigos egípcios, mas como vivem os atuais.
Cairo está localizada logo antes do Delta do Rio Nilo. Possui cerca de 8 milhões de habitantes, sendo a maior cidade do continente africano. A área metropolitana, ou Grande Cairo, que inclui Gizé, tem mais de 17 milhões de habitantes.
Seu nome em árabe (transliterado) é Al-Q?hira, nome dado pelos antigos fatímidas que significa A Vitoriosa.